O Satorama é um jogo de fazenda de mineração que roda no navegador do celular. Você escolhe na loja as máquinas virtuais de mineração, e cada uma entra na sua fazenda e fica trabalhando sem parar, com a foto e o nome dela.
O saldo da carteira fica em USDT, a moeda digital que vale um dólar. Cada máquina comprada rende uma parte do valor dela a cada hora cheia — 00h, 01h, 02h… —, mesmo com o jogo fechado, e o quanto ela rende fica congelado no dia da compra: mudança de preço na loja não mexe em quem já comprou.
A conta é criada com e-mail e senha, e o jogo fala português, inglês e espanhol. O que está na carteira sai em USDT pela rede Tron, num pedido que você acompanha pela tela até o pagamento.
O nome vem daí. Sato é de Satoshi Nakamoto, que criou o Bitcoin, e é também a menor parte de um bitcoin: o satoshi. Rama é de panorama, a vista inteira. No primeiro bloco que minerou, Satoshi deixou gravada a manchete de um jornal sobre mais um socorro aos bancos. O Bitcoin nasceu daí: um dinheiro que ninguém pode imprimir a mais, e que por isso não corrói o que você guardou. O Satorama é a fazenda onde dá para ver isso funcionar de perto.